DISSECANDO A SOUNDTRACK – CAMPANHAS PRADA

Oi gente! Hoje fizemos um mix moda/música pra começarmos a entrar no clima do final de semana com boas informações e referências…E acreditem, agora será assim toda semana!

Não sei se vocês sabem mas quando se trata de soundtrack de desfiles e campanhas  de moda uma das marcas que se destaca é a Prada. Sempre com uma pegada atual, fazendo um link super direto com a coleção. Hoje escolhemos três campanhas que eu gosto muito para “dissecar” a soundtrack com vocês.

 

PRADA SPRING/SUMMER 2012 – Apesar das músicas fantásticas dessa campanha, não foi uma coleção que pegou tão forte como as duas próximas que estarão aqui.

 

MUST HAVE: Pedrarias

O QUE PEGOU: Flame shoes

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PARA O ATOR – MICHAEL CHEKHOV VIV

CAPÍTULO 7 – INDIVIDUALIDADE CRIATIVA

“Além disso, todos os sentimentos derivados pela personagem da nossa individualidade não são só purificados e impessoais como têm dois outros atributos. Por mais profundos e persuasivos que sejam, esses sentimentos ainda não são tão “irreais” quanto a “alma” da própria personagem. Chegam e desaparecem com a inspiração. Caso contrário, tornar-se-iam nossos para sempre, indelevelmente impressos em nós depois que a performance terminou. Penetrariam em nossa vida cotidiana, seriam envenenados pelo egoísmo e converter-se-iam em parte inseparável de nossa existência inartística, não-criativa. O ator deixaria de ser capaz de traçar uma linha divisória entre a vida ilusória de sua personagem e sua própria vida. Não demoraria muito a enlouquecer. Se os sentimentos criativos não fossem “irreais”, o ator seria capaz de sentir satisfação no desempenho do papel de vilão ou de outros personagens indesejáveis.

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“THE MINI COVETEURS”

Quem é apaixonado por moda e super ligado na cena, vai ficar louco por esse vídeo! É uma versão em “miniatura” dessa turma super badalada do mundo da moda que adora dar pinta nas festas mais legais (do mundo) e sempre estão nafront-row dos desfiles de Milão, Paris, Londres e NY ! Vale a pena assitir!

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PARA O ATOR – MICHAEL CHEKHOV VIII

CAPITULO 7 – INDIVIDUALIDADE CRIATIVA

Os sentimentos usuais, cotidianos são adulterados, impregnados de egoísmo, restringidos a necessidades pessoais, inibidos, insignificantes e, com freqüência, até inestéticos e desfigurados por inverdades. Não devem ser usados em arte. A individualidade criativa rejeita-os. Ela tem à sua disposição uma outra espécie de sentimentos – os completamente impessoais, purificados, libertos do egoísmo e, portanto estéticos, significativos e artisticamente verdadeiros. São os sentimentos que o eu superior outorga ao ator como inspiradores de sua atuação. (…) Tudo o que experimentamos e vivenciamos no decorrer da vida, tudo o que observamos e pensamos, tudo o que nos faz felizes ou infelizes, todas as nossas mágoas e satisfações, tudo o que buscamos ou evitamos, todas as nossas realizações e fracassos, tudo o que trouxemos conosco para a vida ao nascer – temperamento, aptidões, inclinações, quer permaneçam não realizadas, subdesenvolvidas ou superdesenvolvidas, tudo é parte da nossa região profunda a que se dá o nome de subconsciente. Aí, esquecidas por nós, passam pelo processo de purificação de todo egoísmo. Convertem-se em sentimentos per se. Assim depurados e transformados, tornam-se parte do material a partir do qual a individualidade do ator cria a psicologia, a “alma” ilusória da personagem.

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PARA O ATOR – MICHAEL CHEKHOV VII

CAPITULO 7 – INDIVIDUALIDADE CRIATIVA

PARA CRIAR POR INSPIRAÇÃO DEVEMOS ADQUIRIR CONSCIÊNCIA DE NOSSA PRÓPRIA INDIVIDUALIDADE.

“Tem sido reiterado que Shakespeare criou unicamente um Hamlet. Mas quem dirá com igual certeza que espécie de Hamlet existiu na imaginação de Shakespeare? Na verdade, existem, devem existir, tantos Hamlets quantos atores talentosos e inspirados que se incumbem de expressar suas concepções da personagem. A individualidade criativa de cada um determinara’ invariavelmente o seu próprio e único Hamlet. Pois o ator que deseja ser um artista no palco deve, com modéstia mas com audácia, lutar por uma interpretação individualista de seus papeis. Mas como e’ que ele vivencia essa individualidade criativa em momentos de inspiração?

Mudanças consideráveis que o ator não pode impedir-se de vivenciar tem lugar em sua consciência, sob influencia desse poderoso alter ego, o outro eu. É um eu de nível superior; enriquece e expande a consciência. O ator começa por distinguir três diferentes seres, por assim dizer, dentro de si mesmo. Cada um deles tem caráter definido, cumpre uma tarefa especial e e’ comparativamente esses seres e sus funções particulares.

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