Não adianta, a música certa pode fazer todo o clima do momento… Pode ser uma maravilha ou… Estragar tudo! Então pra que correr o risco não é mesmo? Seja em um jantar romântico, ou sozinha em uma banho de banheira, essas músicas vão fazer a sua noite um pouquinho mais agradável…
Se você já assistiu o filme Vicky Cristina Barcelona do diretor americano Woody Allen, com certeza irá reconhecer esse som!
CAPÍTULO 7 – INDIVIDUALIDADE CRIATIVA
“A compaixão pode ser considerada o fundamento de toda boa arte, porque só ela pode dizer-nos o que outros seres sentem e vivenciam. Só a compaixão corta os laços de nossas limitações pessoais e nos dá profundo acesso à vida da personagem que estudamos, sem o que não podemos prepará-la adequadamente para o palco. (…) A individualidade parece ser capaz de abranger ambos os lados das luzes da ribalta. Por outras palavras, é não só criadora da personagem, mas também sua espectadora. Do outro lado da ribalta, acompanha as experiências dos espectadores, compartilha do seu entusiasmo, excitação e desapontamentos. Mais do que isso, tem a capacidade de prever a reação do público um instante antes que ela ocorra. Sabe o que satisfará o espectador, o que o inflamará e o que deixará frio. Assim, para o ator com uma consciência viva de seu eu superior, o público é um vínculo estimulante que o liga como artista aos desejos de seus contemporâneos.”
Não tem como não conhecer Anna Dello Russo… Se você não soube pelo nome aposto que quando ver uma foto vai saber quem é… É a fashionista mais fashionista dos últimos anos… Faz jus ao seu sangue Italiano!! (No site dela você já nota tudo bem art noveau).
É conhecida pelo seu visual super fashion victim, e assume isso com muito orgulho… O que é um termo que todos repudiam normalmente… No mundo da moda ser uma “fashion victim” antes era sinônimo de falta de personalidade, aquela pessoa que compra o look da vitrine. Anna mostrou que usar um look que acabou sair da passarela não é vergonha nenhuma, muito pelo contrário… Ela diz que se considera muito mais “vítima da moda” do que “ícone de estilo”.
Diretora de estilo da Vogue Japão, de longe a Vogue mais conceitual de todas, Ana vive dando pinta nos eventos mais badalados exibindo seus looks diretamente saídos da passarela. Ela consegue traduzir o conceitual para o dia-a-dia de uma maneira inexplicável. E o mais interessante é que nela, funciona.
Capa da Vogue Japão de Dezembro (o look é Fendi) :